Thursday, May 10, 2007

COMENTÁRIO

O BRASIL DESCENTRALIZADO
O modelo de descentralização do poder implantado em Santa Catarina, pelo Governador Luiz Henrique da Silveira, tende a ser futuramente, o modelo ideal de se governar o Brasil.
Isto porque, o governo só funciona adequadamente, quando está próximo do povo. Se estiver longe, como acontece até agora, os governantes não terão noção do que acontece em tantos lugares diferentes em um Pais tão grande como o nosso, sem poder acompanhar de perto os problemas da cada Estado. Fatalmente cometerá mais erros do que acertos.
A eleição presidencial hoje, é um “contrato de risco”. E, diga-se de passagem, um risco concentrado num homem só. Geralmente trata-se de um político com uma visão adquirida em função da região onde ele se desenvolveu. Traz assim para a presidência uma visão parcial e no interesse da região de onde procede. Pode até “falar a mesma língua”, mas sua cabeça está cheia de ensinamentos nascidos de uma experiência regional, não conseguindo satisfazer os anseios de toda uma Nação.

O BRASIL DESCENTRALIZADO II
Até o presente momento, os eleitores brasileiros tem trocado “seis por meia-dúzia” nas eleições presidenciais: Muda-se o titular e a equipe por outra, sedenta de poder, com mais nomeações e cargos para os “cupinchas”, com salários de marajás. E, muda alguma coisa?
Não muda nada. Continua tudo concentrado em Brasília, nas mãos de um único homem, que é o Presidente da República, e que não conhece os diversificados problemas do país. Neste sentido, nenhum presidente, por mais que viaje esta grande Nação, poderá ter conhecimento adequado sobre todas as peculiaridades regionais e as necessidades do povo.
Logo, a solução que se vislumbra é exatamente a DESCENTRALIZAÇÃO do poder, como já ocorre em Santa Catarina. Imaginem cada Estado brasileiro com um “braço” do Governo Federal (como as Regionais catarinenses), atendendo em todas as esferas ministeriais... Certamente as equipes locais do Governo Federal teriam conhecimento mais apurado das peculiaridades regionais e, conseqüentemente, das necessidades do povo.
E, com o Orçamento da União descentralizado, cada “Regional Federal” terá autonomia para aprovar investimentos locais, que acontecerão mais rápido, bem como, a execução das obras e ações serão mais eficazes, evitando-se desperdícios e corrupção, com o superfaturamento das obras como quase sempre acontece com o atual sistema. Sem contar as obras que ficam paradas por anos, sem ter sua conclusão, mesmo já tendo sido pagas.
Finalmente, para implementar essa grande mudança de visão nacional, precisamos que o mentor intelectual dessa modalidade de governo e que ousou colocá-la em prática em seu estado, seja o grande maestro dessas mudanças à nível nacional. Não adianta, neste caso, ensinar outros, pois a responsabilidade é muito grande.
Neste contexto, não interessa o partido político a que ele está ligado (pois é necessária uma sigla para se eleger), mas todos nós devemos nos unir para levar à presidência aquele que pode iniciar a grande transformação nacional através da descentralização do poder nacional.
Arrisco até mesmo a afirmar que, com a Descentralização Nacional, todos os movimentos separatistas irão se extinguir, pois o governo estará próximo de todos e não distante como é hoje.
Finalmente, crio uma frase na qual acredito sinceramente: “Descentralizar para unir”. Pois, somente com a descentralização do poder hoje concentrado em Brasília haverá a realmente a “União Nacional” tão apregoada por políticos, mas sem nenhum efeito até hoje, e com um Congresso Nacional com ínfimos (e perigosos) 1% de aprovação nacional.
Descentralizemos e vejamos os efeitos benéficos até mesmo para o Congresso, com a representatividade sendo exercida de forma mais responsável e mais cobrada pelos eleitores. Pode até mesmo ser a salvação de boa parte da atual classe política dirigente no Pais.

ITAPEMA VERMELHA
Coisas da política partidário-nepotista: Em Itapema, após a ascensão ao cargo do atual prefeito petista, Sabino Bussanelo, após quase um ano de mandato, resolve colocar um Secretário de Turismo (e olha que a cidade vive do turismo). Para o cargo, imaginem quem foi indicado: O ex-deputado estadual Assis (que o prefeito trabalhou para reeleição e não conseguiu atingir o objetivo).
Como ele não é morador de Itapema (pelo menos não era) e não conhece as peculiaridades do município, vai levar um baita tempo até que o mesmo saiba o que vai fazer em termos de turismo para a cidade, terceiro pólo turístico do Estado.
Mas não para por aí o início da vermelhidão a que a atual administração quer impor para Itapema: Além de indicar mais um correligionário (de fora, esquecendo-se dos itapemenses que tem capacidade para dirigir tal secretaria estratégica), Sabino também mandou pintar de vermelho um posto de saúde recentemente inaugurado, no bairro Morretes (as cores da bandeira de Itapema, azul, amarelo e branco foram para o “beleléu”). Talvez para “dar na cara”, pois o posto de saúde havia sido iniciado pela administração anterior. Sabe como é, “vamos deixar a marca”. Mas, não satisfeito com seus “feitos” em prol do bom e velho partido, o prefeito empossado pela justiça, sob liminar e que não foi eleito pelas urnas, quer dar o nome da maior escola do município de um famoso petista, Paulo Freire. Será para “dar na cara” novamente, pois a escola também foi iniciada pela administração anterior e estava em fase avançada de construção. Sabe como é, “vamos deixar a marca”.
Mesmo com nomes de itapemenses que contribuíram muito para o crescimento do município em voga para dar o nome da escola, o prefeito ignorou e agora a Câmara de Vereadores quer que a escola, no bairro Morretes, tenha o nome de um itapemense. Afinal, “povo sem cultura é aquele que esquece de suas raízes”. Talvez o Sabino acredite que “santo de casa não faz milagre”.



1 comment:

Lotar Kaestner, tour guide e jornalista said...

Vergonhoso como Santa Catarina é o Estado mais atrasado do país. Este prefeitinho mediocre, ladrão, será analfabeto também? rouba com toda a sua família...Herança portuguesa colonial, de onde saiu este animal? Como podem os habitantes serem tão frouxos e não dizer nada? Eu sou catarinense também, moro em Curitiba, fugi porque nai vai pra frente. Não tem BR, médicos do maior hospital de Floripa (manezinho da ilha) rouba os pacientes. Já está tendo tufão como castigo. Mas já sei: as pessoas tremem diante das autoridades, têm medo, não tem coragem de abrir a boca. Suam frio, saem de perto, lá vem o grandão...ele pode tudo. O povo não tem autoestima, se contenta com um sorriso do corrupto. A maioria se lembra até o último dia do fato mais importante que aconteceu na vida deles: apertar a mão suja de m* do prefeito. O autoritarismo português, que mandava matar, ainda está vivo em Santa Catarina. Depois as pessoas se vingam...no boi...na farra do boi...O fazendeiro que cria o animal ganha dinheiro...A Assembléia de SC é um jazigo...de vampiros enterrados vivos...que sugam as energias do povo. O prefeito da Penha...não acredito que exista uma vergonha destas....