A polícia da cidade alemã de Aachen recebeu uma ligação incomum na quarta-feira, uma mulher reclamando que seu marido não estava cumprindo com seus deveres conjugais. Depois de o casal dormir em camas separadas por vários meses sem nenhum contato íntimo, a mulher de 44 anos acordou o marido, de 45, no meio da noite, e exigiu que ele satisfizesse suas necessidades sexuais, explicou na quinta-feira o porta-voz da polícia Paul Kemen.
Quando os pedidos dela foram negados, estourou uma briga entre eles e ela ligou para a polícia pedindo uma intervenção. "Os policiais não se sentiram capazes de resolver a disputa", disse Kemen.
"E como nenhum crime ou infração pôde ser identificada, tudo que eles puderam fazer foi abrir uma ocorrência em caso de uma intervenção ser necessária mais para a frente".
Reuters
Casal se recusa a parar sexo durante vôo nos EUAQuando os pedidos dela foram negados, estourou uma briga entre eles e ela ligou para a polícia pedindo uma intervenção. "Os policiais não se sentiram capazes de resolver a disputa", disse Kemen.
"E como nenhum crime ou infração pôde ser identificada, tudo que eles puderam fazer foi abrir uma ocorrência em caso de uma intervenção ser necessária mais para a frente".
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Um casal do Estado americano da Califórnia está sendo julgado por se recusar a parar uma "clara relação sexual" em um vôo para Raleigh, na Carolina do Norte. Carl Warren Persing, de Lakewood, e Dawn Elizabeth Sewell, de Huntington Beach, estão sendo indiciados por perturbar o vôo da Southwest Airlines do dia 15 de setembro, com destino a Los Angeles.
De acordo com a documentação do caso, os comissários de bordo viram o casal se beijando, se abraçando e "agindo de maneira que deixava os outros passageiros constrangidos", enquanto o vôo estava parado em Phoenix. Um comissário pediu para o casal parar; eles obedeceram, mas continuaram a relação durante o vôo de Phoenix para Raleigh, segundo autoridades.
Persing e Sewell começaram a xingar os atendentes quando eles se recusaram a servir bebidas alcoólicas ao casal. Os policiais foram avisados enquanto a aeronave ainda estava no ar e detiveram o casal quando eles desembarcaram no aeroporto internacional de Raleigh-Durham.
AP
De acordo com a documentação do caso, os comissários de bordo viram o casal se beijando, se abraçando e "agindo de maneira que deixava os outros passageiros constrangidos", enquanto o vôo estava parado em Phoenix. Um comissário pediu para o casal parar; eles obedeceram, mas continuaram a relação durante o vôo de Phoenix para Raleigh, segundo autoridades.
Persing e Sewell começaram a xingar os atendentes quando eles se recusaram a servir bebidas alcoólicas ao casal. Os policiais foram avisados enquanto a aeronave ainda estava no ar e detiveram o casal quando eles desembarcaram no aeroporto internacional de Raleigh-Durham.
AP
Jovem religioso gasta US$ 2,3 mil em tele-sexo
Um aluno do Colégio Bíblico Batista Pillsbury, nos Estados Unidos, roubou o cartão de débito de seu colega de quarto e usou-o para pagar mais de US$ 2,3 mil em ligações para serviços de sexo. De acordo com a promotoria, Shane Erin Mack, 20 anos, foi acusado de roubo de identidade e roubo por falsa representação. Ele apresentou-se à corte na segunda-feira e ficou na prisão até a tarde do dia seguinte.
Mack não poderá voltar à escola quando as aulas recomeçarem no início da primavera (no hemisfério norte). Segundo o porta-voz da escola, Tom Lawson, o colégio "oferece um programa cristão de educação, sob um ponto de vista bíblico do mundo" e a conduta do aluno não está de acordo. Mack deve se apresentar à corte novamente no dia 1º de junho.
O promotor Scott Schrener disse que os investigadores têm em mãos documentos que provam telefonemas no valor de US$ 500, mas a vítima do roubo relatou que foram feitas ligações no valor de US$ 2,35 mil. As acusações poderão ser renovadas no futuro, disse Schrener.
As chamadas foram feitas entre 23 de março e 13 de maio. O acusado admitiu ter usado o cartão de débito do colega para fazer mais de 30 chamadas para serviços adultos de sexo a partir de cabines telefônicas públicas no campus.
Redação TerraMack não poderá voltar à escola quando as aulas recomeçarem no início da primavera (no hemisfério norte). Segundo o porta-voz da escola, Tom Lawson, o colégio "oferece um programa cristão de educação, sob um ponto de vista bíblico do mundo" e a conduta do aluno não está de acordo. Mack deve se apresentar à corte novamente no dia 1º de junho.
O promotor Scott Schrener disse que os investigadores têm em mãos documentos que provam telefonemas no valor de US$ 500, mas a vítima do roubo relatou que foram feitas ligações no valor de US$ 2,35 mil. As acusações poderão ser renovadas no futuro, disse Schrener.
As chamadas foram feitas entre 23 de março e 13 de maio. O acusado admitiu ter usado o cartão de débito do colega para fazer mais de 30 chamadas para serviços adultos de sexo a partir de cabines telefônicas públicas no campus.
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